Entre em contato

(61) 3035-8200

(61) 99873-0700

Funcionamento

SEG-QUI • 8h às 18h
SEX • 8h às 17h

Blog Oncotek

Vida que Segue: paciente de câncer compartilha sua experiência de superação e mudança de perspectiva de vida

24 de julho de 2017

Mesmo com os tratamentos cada vez mais avançados e eficientes, receber um diagnóstico de câncer ainda pesa. De fato, ninguém está preparado para receber a notícia, mas é certo que a forma de encarar a doença é determinante para o resultado do tratamento.

Mudança de atitudes, auto-estima e crença na vida ajudam na recuperação e a seguir em frente. Denise Torquato compartilha sua experiência diante do Câncer de Mama e conta como o diagnóstico gerou transformações em sua forma de perceber a vida.

Aos 28 anos cursando a faculdade de Fonoaudiologia, Denise passava por uma fase ótima: tinha acabado de tornar-se mãe pela primeira vez e seu marido aprovado em um concurso público em Brasília-DF, quando foi diagnosticada com Câncer de Mama.

Ela comenta que logo após encerrar o período de amamentação, durante o banho sentiu um nódulo no seio ao realizar o habitual autoexame, mas não deu muita atenção imediata, afinal, poderia ser apenas uma massa de leite empedrado.

O diagnóstico
Após consultar com o mastologista e ser encaminhada para a realização de biópsia, ela lembra que jamais imaginaria ser diagnosticada com câncer de mama.

“Eu estava com 28 anos e na minha família nunca ocorreu nenhum caso de câncer. Na minha cabeça esse diagnóstico estava muito longe da minha realidade”.

Até que com o resultado da biópsia em mãos recebeu a notícia pelo seu especialista de que se tratava de um Carcinoma Ductal Infiltrante, o tipo mais comum de câncer de mama invasivo, responsável por aproximadamente 80% dos casos.

A partir desse momento começava sua batalha contra o câncer. Entre exames e consultas com especialistas da área Denise conta que nunca perdeu a fé.

Denise Torquato

“Sempre encarei o tratamento como uma fase. Eu tinha duas alternativas: lutar contra a doença ou me entregar a ela, nunca cheguei considerar essa segunda opção pois sabia que precisava viver e estar junto da minha família.”

Denise Torquato- Fonoaudióloga

 

 

 

 

 

Tratamento humanizado

Denise começou o tratamento na Clínica Oncotek com o Dr. Rafael Botan e relembra que a agilidade para realizar os exames e a segurança que sentiu durante todo o tratamento com o especialista foram fundamentais para vencer a doença.

“Ele se mostrou preocupado comigo em todo o momento. O mais interessante do médico é essa parte humana, ele se mostrar realmente preocupado com o estado do paciente”, comenta.

 

Lição aprendida

Passar por essa experiência desafiadora que é o tratamento de câncer traz consigo diversas transformações e grandes lições de vida para cada paciente. No caso de Denise, ela ressalta que passou a enxergar a vida de outra forma e desenvolveu o seu lado mais humano.

“Comecei a me importar mais e a ter empatia com a história de vida do outro. Me tornei mais humana e aprendi a dar valor nas pequenas coisas também. Antes eu costumava reclamar de tudo: se tava frio, se tava sol, da roupa, do cabelo e depois que a gente passa por isso percebe que são coisas tão insignificantes. Aprendi a viver um dia de cada vez e somente agradecer”, afirma.

Denise retirou a mama, e posteriormente devido ao diagnóstico de Metástase Hepática (o que a rigor a tornaria incurável), também realizou uma cirurgia para retirar parte do fígado. A Metástase Hepática é um problema frequentemente associado a estágios mais avançados de certos tipos de câncer, como o câncer de mama.

Hoje, aos 30 anos após passar pelos ciclos de tratamento de quimio e duas cirurgias, Denise venceu a doença e se prepara para concluir sua faculdade de Fonoaudiologia e deixa uma mensagem para quem recebeu o diagnóstico de Câncer recentemente ou está em tratamento:

Denise Torquato

“Não é o fim. Você vai encontrar força para encarar essa etapa de onde nem imagina. Primeiro a nossa cura vêm da cabeça, e só assim conseguimos passar por tudo com tranquilidade, focando sempre no positivo. E independentemente da idade, lembrem de fazer o autoexame, eu fui descoberta com 28 anos de idade.”

Denise Torquato- Fonoaudióloga

Gostou do nosso conteúdo? Curta nossa fanpage e compartilhe com os amigos nas redes sociais!

Remodal