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Perguntas frequentes

 
O câncer tem cura?

Atualmente, podemos afirmar que mais da metade dos cânceres são curáveis. Existem alguns tipos mais tratáveis que outros, mas, para aumentar a chance de sucesso, o primeiro passo é o diagnóstico precoce.

Todo tumor é câncer?

Um tumor não é necessariamente câncer, existem os benignos e os malignos. Os benignos também são um conjunto de células que se reproduziram de forma anormal, porém a velocidade do crescimento é menor e suas características são semelhantes às das células do tecido original. Além disso, o tumor benigno não oferece risco e nem tem a capacidade de se espalhar para outras regiões do corpo. Já os malignos são formados por um crescimento excessivo das células e pode se deslocar para outros órgãos do organismo.

O câncer apresenta sintomas?

O câncer apresenta sintomas apenas quando a doença já atingiu um estágio onde pode ser detectada clinicamente, seja por meio de exames de imagem ou até mesmo exame físico. De um modo geral, os cânceres são silenciosos na sua evolução, especialmente quando estão em estágios iniciais. Porém, é justamente nessa fase que apresentam a maior chance de cura. Daí a grande importância da realização de exames de rotina ou de rastreamento, como a mamografia e exame de próstata, indicados para pessoas em determinada faixa etária ou grupo de risco.

A doença pode voltar?

Após o final do tratamento, os pacientes entram em fase de remissão, que é quando os exames de imagem convencionais não detectam mais sinal de atividade de células cancerosas. Mas algumas podem ficar adormecidas durante um período e voltar a se reproduzir de forma desordenada, dando origem a um novo câncer. Após cinco anos em remissão, de um modo geral, as chances de recidiva diminuem progressivamente. Com o fim do tratamento e dependendo das chances da doença voltar, são realizados exames de rotina para acompanhamento do paciente em remissão.

Quais os tipos mais comuns?

No Brasil, o tipo de câncer mais frequente é o de pele do tipo não-melanoma. Geralmente, esses tumores apresentam prejuízo local e raramente se espalham. Nas mulheres, o mais comuns ainda são o câncer de mama, de cólon e reto e de colo do útero, em ordem de incidência. Já os homens são mais atingidos pelo câncer de próstata, pulmão, cólon e reto.

O que são exames de rastreamento? Quem deve realizá-los?

São exames indicados para os pacientes que não apresentam sintomas a fim de se identificar um câncer em seu estágio mais inicial, quando é mais facilmente curável. Os mais conhecidos são as mamografias para o câncer de mama; o toque retal e PSA para câncer de próstata; o papanicolau para câncer de colo uterino; a colonoscopia para o câncer de cólon e reto; e a tomografia de tórax para os pacientes tabagistas. Cada exame tem sua indicação específica e deve ser solicitado por um médico.

Se um parente próximo teve câncer, existem mais chances de apresentar a doença?

Sim. Dependendo do tipo, pode estar associado a uma síndrome genética – previsível através de exames – ou não. O ideal é procurar um médico que estudará o caso e orientará os exames de rastreamento ou até mesmo exames genéticos para cada caso específico.

Tive um diagnóstico de câncer. Como devo proceder?

O próximo passo é procurar um oncologista para que ele avalie seu caso e busque a melhor forma de tratamento. Marque uma consulta com um dos nossos especialistas pelos telefones 61 3035-8200 ou 61 99873-0700.

Dutos mamários inflamados apresentam algum risco de desenvolvimento de câncer de mama?

Inflamação na mama não se torna câncer, mas deve-se ter cuidado para não passar despercebido um câncer em uma mama inflamada, pois várias doenças benignas e o câncer de mama podem coexistir. É comum casos de pacientes que vêm tratando uma mastite (doença benigna inflamatória) há longa data, e, por coincidência, é descoberto um tumor pequeno na mama, sem que um problema tenha relação com o outro. Uma doença um pouco mais rara e específica é o tumor inflamatório de mama. Neste caso, a inflamação é decorrente diretamente da infiltração tumoral. Caso a inflamação e dor sejam constantes, o ideal é uma investigação aprofundada junto ao médico.

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